quinta-feira, 30 de julho de 2009

Michael Jackson:Chef percebeu algo estranho no dia da morte


Mais de um mês após a morte de Michael Jackson, continuam surgindo relatos de pessoas próximas ao cantor que dão pistas sobre as causas do falecimento. O mais recente é o da chef de cozinha do rei do pop, que disse ter notado algo estranho na manhã do dia 25 de junho, pouco antes de Michael ser levado às pressas para o hospital.

Kai Chase, contratada para cuidar da dieta do astro antes da turnê de Londres, disse que o primeiro sinal de que as coisas estavam diferentes foi quando Conrad Murray, médico pessoal de Michael, não desceu para buscar o café da manhã do cantor. Segundo Kai, o cardiologista chegava todos os dias na mansão entre 21h e 21h30. Pelas manhãs, ela o via descer as escadas, geralmente com dois tubos de oxigênio.

Não foi isso que aconteceu no dia da morte de Michael, contou Kai. “Pensei que talvez o Sr. Jakcson estivesse dormindo até mais tarde”, disse Kai, em entrevista à agência de noticias Associated Press. “Comecei a preparar o almoço e quando olhei para meu celular, era meio-dia. Por volta das 12h05 ou 12h10, o Doutor Murray desceu as escadas correndo e gritou ‘Chame Prince [filho mais velho de Michael]!’”.

Kai lembra que o clima na casa mudou a partir de então. “Fui até o corredor e vi as crianças lá. A menina [Paris] estava chorando. Vi paramédicos subindo as escadas”. De acordo com a chef, todos se deram as mãos e começaram a rezar, até que, por volta das 13h30, os paramédicos disseram aos funcionários que deixassem a propriedade porque Michael seria levado ao hospital.

Assim como Kai, de 37 anos, Murray também foi contratado para cuidar da saúde do cantor antes dos 50 shows que ele faria na capital inglesa. Agora, ele está sendo investigado pela polícia, devido à suspeita de que tenha fornecido uma droga responsável pela morte de Michael. Os exames toxicológicos que determinarão a causa do óbito ainda não foram concluídos.

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